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É Carnaval • 01/02/2020 - 12:47 • Atualizado em: 01/02/2020 - 14:21

Turma do ‘Eu Acho é Pouco’ anima as ladeiras de Olinda

Agremiação arrastou uma multidão pelo sítio histórico da cidade 

 

por Paulo Uchôa
Arthur Souza/LeiaJáImagensArthur Souza/LeiaJáImagensArthur Souza/LeiaJáImagensArthur Souza/LeiaJáImagensArthur Souza/LeiaJáImagensArthur Souza/LeiaJáImagensArthur Souza/LeiaJáImagensArthur Souza/LeiaJáImagensArthur Souza/LeiaJáImagensArthur Souza/LeiaJáImagensArthur Souza/LeiaJáImagensArthur Souza/LeiaJáImagensArthur Souza/LeiaJáImagensArthur Souza/LeiaJáImagensArthur Souza/LeiaJáImagensArthur Souza/LeiaJáImagensArthur Souza/LeiaJáImagensArthur Souza/LeiaJáImagensArthur Souza/LeiaJáImagens

Neste sábado (1º), Olinda se transformou em dia de Carnaval com o cortejo do bloco ‘Eu Acho é Pouco’. Percorrendo as principais ruas históricas da cidade, o arrastão do Vermelho e Amarelo animou uma multidão que se divertiu ao som de muito frevo e música baiana. Após reunir os foliões em frente à sede, na Ribeira, a agremiação fez sua parada na Rua do Bonfim. 

No local, um palco armado fez a alegria das pessoas que foram embaladas pela Orquestra de Axé. O repertório foi recheado de clássicos do Carnaval, que foi de Ivete Sangalo a Olodum. Apesar do dia chuvoso, o tempo ameaçador não espantou ninguém. 

Para a pedagoga Danuza Ferreira, a existência do ‘Eu Acho é Pouco’ na história do Carnaval de Pernambuco vai muito além da diversão. 

“Sempre saio aqui. Eu acho que, constantemente, se deve fazer manifestação política, inclusive no período carnavalesco. A política é inerente ao ser humano. Política não deve ser tratada apenas no Senado. Não estamos aqui só pela festa. Eu Acho é Pouco é resistência. Estamos aqui pela representatividade”, declarou Danuza.

“Viver é um ato político. O Eu Acho é Pouco traz isso. Precisamos desse clima”, cravou a terapeuta holística Rafaela Almoedo. 

Inspirada na temática "É tempo de sermos bruxas", a camisa da agremiação de 2020 recebeu a assinatura da cartunista Laerte Coutinho. De acordo com a direção do ‘Eu Acho é Pouco’, Laerte ficou livre para retratar na camiseta o seu olhar sobre a igualdade e liberdade de expressão.

 

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